(2010-06-11)
Por mais que se discuta se a pandemia era grave ou se venceu a cautela exagerada, escapa sempre a vencedora incontestável: a conveniência.
Os bons observadores já devem ter reparado que existem papéis diferentes com instruções para lavar as mãos — em que a principal (e talvez única...) diferença está nas durações sugeridas para a lavagem.
Acontece que locais com torneiras automáticas que não permitem uma lavagem sem várias "pressões" na torneira optaram por arranjar folhetos mais adequados em vez de reconfigurarem as torneiras...
Portanto, a conveniência supera a prevenção e o influenza.
(Dois exemplos de folhetos são o do ISEL e o do Ministério da Saúde. É certo que o do ISEL indica apenas o valor mínimo, mas é um mínimo baixo comparado com 40 ou 60. Mas não sei se no ISEL há torneiras automáticas.)